BLOG DA PRÔ THAÍS RUSSO

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"O Pequeno Príncipe"




Muito lindo

Trecho do livro "O Pequeno Príncipe"

E foi então que apareceu a raposa:- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo... Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe: - Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"


Antoine de Saint-Exupéry

Ô bruxinha bonitinha Da vassoura de capim


BRUXINHA


Ô bruxinha bonitinha Da vassoura de capim
Me carrega pros espaçosAbra os braços só pra mim.
Quem disse que as bruxas sao feias
Alcéias, maméias e tal
Não sabem que nas luas cheias
elas mudam o seu visual
E vestem camisas e meias
Que acham lá no meu varal
E depois cantam como as sereias
Fazem festa, alegria geral
Nós dois lá em cima sozinhos
Varrendo as estrelas do céu
Cá embaixo nossos amiguinhos
Fazendo o maior escarcéu
Os pássaros deixam seus ninhos
As abelhas dão um tempo no mel
E assim cantam todos bichinhos
Viva a bruxa de capa e chapéu

(Marcílio Lisboa / Silvio Oliveira

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Oração de agradecimento


Obrigada meu Deus


Pelos meus olhinhos que a tudo podem ver

Por minhas pernas, que me levam a caminhos percorrer

Pelos meus braços, onde aos necessitados, posso acolher.

Pela dádiva de ser uma criança, compreensiva e amiga

Por ter me dado a bênção e forças, para conduzir a minha família.

Pelo alimento em minha mesa

Pelo pão de cada dia

Pela saúde de minha família

Por estar vivendo está vida, fazendo dela uma grande festa



Obrigada papai do céu.






CRIANÇAS

Nas mãos das crianças o mundo vira um conto de fadas,

porque na inocência do sorriso infantil,

tudo é possível, menos a maldade.

Crianças são anjos, são pedaços de Deus que caíram do céu para nos trazer a luz viva

que há de fazer ressuscitar a verdade que vive escondida em cada um.

De braços abertos a criança não cultiva inimigos,

sua tristeza é momentânea.

De olhos abertos a criança não enxerga o feio, o diferente,

apenas aceita o modo de ser de cada um que lhe dirige o caminho.

De ouvidos atentos a criança gosta de ouvir tudo

como se os sons se misturassem formando uma doce vitamina de vozes,

vozes que ela pode imitar, se inspirar para crescer.

Questionando, brincando, a criança está sempre evoluindo,

achando esse mundo um Paraíso,

mas a criança sabe no seu interior o que é o amor

e quer sugá-lo como se fosse seu único alimento,

não lhe dê uma mamadeira de ódio,

pois com certeza sua contaminação seria fatal e inesquecível.

Criança me lembra: cor, amor, arco-íris, rosas,

doce de brigadeiro,

tintas das cores: vermelha, laranja, azul, amarelo;

me lembra cachoeira, pássaros, dia de festa.

Ser criança é estar de bem com a vida,

é ter toda a energia do Universo em si




TRABALHANDO A PONTUAÇÃO


Está a maior confusão no texto abaixo. Reescreva-o organizando em parágrafos e pontuando adequadamente.




Bocão


Laurinha era uma menina muito perguntadeira tudo ela queria saber um dia a vovó cansada de responder às perguntas de Laurinha chamou a menina Laurinha quer ganhar um presente perguntou oba quero sim e o que é respondeu Laurinha curiosa uma caixa de choco­lates recheados com creme Laurinha ficou com água na boca e quan­do é que eu vou ganhar perguntou para a vovó é agora ou vai de­morar muito a vovó balançou a cabeça e respondeu você só vai ganhar depois que souber a resposta da seguinte pergunta qual é a maior boca do mundo?


Adaptado do livro A maior boca do mundo, de Lúcia Pimentel Góes

Um pouco de Sylvia Orthof




A estrela dorminhoca
Uma estrela dorminhoca
dorme e ronca a noite inteira.

Que estrela de doideira,
que estrela preguiçosa!

Todas, todas as estrelas
dormem só durante o dia.

De noite, elas acordam,
sacodem as cabeleiras
feitas só de diamantes.

Mas a tal da dormideira
ronca, ronca numa nuvem
debaixo do seu lençol.

Acorda de madrugada,
esfrega os olhos, rosada,
dormiu a noite inteirinha.

Depois fica amarelada,
levanta, toda assanhada,
dourada Estrela Sol!

(Sylvia Orthof. A poesia é uma pulga. São Paulo, Atual, 1992.)




SYLVIA ORTHOF

UM POUCO SOBRE A AUTORA
Nascida no Rio de Janeiro, em 1932, Sylvia Orthof estudou
teatro em Paris. Foi atriz profissional durante muitos anos, tendo
integrado o elenco do Teatro Brasileiro de Comédia. Foi professora
de teatro da Universidade de Brasília e coordenadora
de Teatro do Sesi. Começou a escrever pequenos trechos de
dramaturgia para seus alunos. Em 1975, ganhou o 1o lugar no
Concurso Nacional de Dramaturgia Infantil Guaíra, do Paraná,
com o texto A viagem de um barquinho. Em 1981, tornou-se
colaboradora no setor de histórias infantis da revista Recreio,
da Editora Abril. Editou mais de oitenta títulos. Ganhou diversos
prêmios, entre eles: O Melhor Para a Criança; Jabuti; Certificado
de Honra do IBBY; Prêmio Molière de Teatro Infantil. Faleceu
em 1997.




Vassoural
A bruxa tem um jardim
plantadinho de vassouras.
Quando as vassouras se esticam,
amarelam bem maduras,
elas se largam no chão
e voam pela noite escura.
Varre, varre, vassourinha
varre o preto e mostra a lua,
varre a noite, limpa a estrela
poesia ninguém segura.

(Sylvia Orthof. A poesia é uma pulga. São Paulo, Atual, 1992.)





A viagem de
um barquinho








RESENHA


Era uma vez um menino que, de um jornal, fez um barquinho
de papel. Era uma vez uma lavadeira, meio doida, que, de um
pano azul fez um rio. O barquinho se foi pelo rio e o menino,
para trazê-lo de volta, encetou viagem com a lavadeira, levando
suas preciosas quinquilharias num carrinho de feira. Na viagem,
encontraram dois cavaleiros orgulhosos; mas um deles perde o
cavalo, que se apaixonara pela patinete do menino. E a lavadeira
vai ensinando ao menino que tudo na vida é mudança. Depois,
encontram um sapo que já tinha sido rei e também o sol, que
não quis dizer onde estava o barco, pois não gostava de ser dedoduro.
Por fim, o menino encontra um veleiro; reconhecendo nele
seu velho barco, pede-lhe para voltar. Mas o veleiro diz que não
pode, pois já provara a liberdade do mar. O menino entende que
nada na vida é para sempre.

Sopa de letrinhas




Na primeira
Colherada,
Veio uma
Palavra esquisita:
Chistugovita.
Na segunda,
Apareceu uma
Palavra sonora:
Floctflora.
Na terceira,
Eu vi uma
Palavra medonha:
Burpronha.
Na quarta,
Deu pra ler uma
Palavra gostosa:
Visquismosa.
Na última colherada,
Só veio o caldo:
Não estava escrito nada.
Depois,
Olhando para
Aquele prato fundo,
Percebi
Que tinha comido
As palavras
Mais doidinhas
Do mundo.



TERESA NORONHA
UM POUCO SOBRE A AUTORA
Maria Teresa Guimarães Noronha nasceu em Jaú, Estado de
São Paulo, em junho de 1924. Viveu muitos anos em Campinas
(SP), onde fez os cursos de Línguas Neolatinas e Orientação Educacional.
Lecionou Latim, Português e Literatura em vários colégios
do interior. Mudando-se com a família para São Paulo, deixou
de lecionar e começou a escrever contos e versos para adultos.
Com o passar do tempo, decidiu-se pela literatura infantil.
Em 1973, foi editado seu primeiro livro, Férias em Xangri-lá, ao
que se seguiu uma fecunda produção literária. Obteve em sua
carreira de escritora vários prêmios: da Prefeitura Municipal de
São Paulo (1967); Prêmio Governador do Estado (em 1968 e 1969);
Prêmio João de Barro de Literatura Infantil (MG-1974); Fernando
Chinaglia (RJ-1979); Prêmio Maioridade Crefisul (SP-1981) e Prêmio
Monteiro Lobato — UBE (SP-1982). Em 1972 e 1973 escreveu
várias histórias para a revista Recreio. Participou de várias antologias
de contos para crianças e jovens, escreveu poesias e trovas.
Pertence à Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil
(ABLIJ), ao Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil e à
União Brasileira de Trovadores de São Paulo (UBT).

Madre Teresa de Calcutá




É Entre Você e Deus




Muitas vezes o povo é egocêntrico, ilógico e insensato.
Perdoe-o assim mesmo.
Se você é gentil, o povo pode acusá-la de egoísta, interesseira.
Seja gentil assim mesmo.
Se você é uma vencedora, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.
Se você é honesta e franca, o povo pode enganá-la.
Seja honesta e franca assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, o povo pode sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje, o povo pode esquecê-lo amanhã.
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.
Veja você que, no fim das contas, é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e o povo.

William Shakespeare

O Menestrel


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, e se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que e se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

Willian Shakespeare





“Ser ou não ser"

“Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir… é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir… Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.
(…)”


Tradução de SILVA RAMOS, Péricles Eugênio da
Hamlet Editora Abril, 1976. ISBN.

Sonho Impossível



Maria Bethânia

Composição: J.Darion / M.Leigh / Ruy Guerra


Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender
Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu
Delirar e morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão

sábado, 1 de janeiro de 2011

UM TEXTO LOUCO


Curiosidade...e eu quero dividir com vocês!

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa!
O que você achou?

UM TEXTO LOUCO


“É POSSÍVEL LER MESMO FALTANDO LETRAS...”

3M UM D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4. 4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0. C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R!! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0. 0 R3570 3 F3170 4R314.4BR4C05...