BLOG DA PRÔ THAÍS RUSSO

sábado, 7 de novembro de 2009

Desenhos para colorir: Olimpíadas
















































O menino pintor



Era uma vez um menino que ia à escola
Ele era bastante pequeno
E ela era uma grande escola.
Mas quando o menino descobriu que podia ir à sua sala caminhando através da porta da rua, ele ficou feliz.
E a escola não mais parecia tão grande quanto antes.


Uma manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse:“Hoje nós iremos fazer um desenho”.“
Que bom” pensou o menininho.
Ele gostava de fazer desenhos.
Ele podia fazê-los de todos os tipos: leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos e ele pegou uma caixa de lápis e começou a desenhar.


Mas a professora disse: “Esperem, ainda não é hora de começar”.
E ela esperou até todos estarem prontos.
“Agora” - disse a professora.
“Nós iremos desenhar flores”.
“Que bom”. - pensou o menininho.
Ele gostava de desenhar flores.
E ele começou a desenhar diversas flores com seu lápis rosa, laranja e azul.

Mas a professora disse: “Esperem.Vou mostrar como fazer”.
E a flor era vermelha, com o caule verde.
“Assim” disse a professora.
“Agora vocês podem começar”.
O menininho olhou para a flor da professora.
Então olhou para a sua flor
Ele gostou mais da sua flor.
Mas não podia dizer isto.
Ele virou o papel e desenhou uma flor igual à da professora.
Era vermelha com o caule verde.
No outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre a professora disse:
“Hoje iremos fazer alguma coisa com barro”.
“Que bom” - pensou o menininho.
Ele gostava de barro.
Ele podia fazer todo tipo de coisa com o barro: elefantes e camundongos, carros, caminhões.
E ele começou a amassar e juntar sua bola de barro.


Mas a professora disse:
“Esperem. Não é hora de começar”.
E ela esperou até todos estarem prontos.
“Agora”. - disse a professora.
“Nós iremos fazer um prato”
“Que bom” - pensou o menininho.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse: “Esperem.
“Vou mostrar como se faz”.
E ela mostrou a todos como fazer um prato fundo.
“Assim” - disse a professora.
“Agora vocês podem começar”.
Então ele olhou para o seu próprio prato.
Ele gostava mais do seu prato que o da professora.
Mas ele não podia fazer isso.


Ele amassou o seu barro numa grande bola, novamente e fez um prato igual ao da professora.
Era um prato fundo.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora e muito cedo ele não fazia mais as coisas por si próprio.


Então aconteceu que o menino e sua família mudaram-se para outra casa, em outra cidade, e o menininho tinha que ir a outra escola.
Esta escola era ainda maior do que a outra.
E não havia porta da rua para sua sala.
Ele tinha que subir grandes degraus até sua sala.


E no primeiro dia ele estava lá.
A professora disse:
“Hoje nós vamos fazer um desenho”.
“Que bom” - pensou o menininho, e ele esperou que a professora dissesse o que fazer.
Mas a professora não disse nada.
Ela apenas andava pela sala.


Quando ela veio até o menininho disse: “Você não quer desenhar?”
“Sim”, disse o menininho. “O que vamos fazer?”
“Eu não sei até que você faça” - disse a professora.
“Como eu posso fazê-lo?” - perguntou o menininho.
“Da maneira de que você gostar”. - disse a professora.
“E de que cor?” perguntou o menininho.


“Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como posso saber quem faz o quê?”
“E qual o desenho de cada um?”
“Eu não sei”, disse o menininho.
E ele começou a desenhar uma flor vermelha com um caule verde.




Earl, Púllias e Young, A arte do magistério


Fonte: Construir Notícias





SÍMBOLOS DO NATAL



Além de ser, por excelência, a celebração da solidariedade universal, o Natal é marcado por uma simbologia que resiste ao tempo e ultrapassa fronteiras. Muitos não percebem,contudo, como surgiram esses símbolos e quais são seus significados. Muitos elementos pagãos foram tomadas, ao longo do tempo, e cristianizados.

São os casos da árvore de Natal, das velas e do próprio dia 25 de dezembro, que não consta na Bíblia

No hemisfério norte, 25 de dezembro é o dia do solstício de inverno. É quando o Sol, depois de ter atingido o ponto mais distante de sua órbita, recomeça seu caminho de volta, fazendo com que os dias tornem-se gradativamente mais longos. O cristianismo soube, em sua caminhada de evangelização, incorporar as festas pagãs referente ao solstício de inverno e, através da ação do papa Silvestre I (314-335), estabeleceu a data como comemoração do nascimento de Cristo.



ESTRELAS

São símbolos universais do Natal. Os Reis Magos viram a Estela no Oriente e a seguiram para chegar até Jesus, em Belém, e adorá-lo.

SINOS
Desde a Antigüidade sempre estiveram presentes como mensageiros das boas e das más notícias. Seu uso generalizou-se e hoje são usados em todas as festas e cerimônias religiosas. No Natal, têm um sentido especial: anunciam o nascimento do Deus Menino.


ÁRVORE DE NATAL

No que se refere à árvore de Natal, é um costume antigo entre diferentes povos plantas árvores para assinalar o nascimento, o noivado ou casamento de um filho. A árvore simboliza a vida e não é à toa que o pinheiro tenha sido escolhido como a verdadeira representação da árvore de Natal. Isso porque , de todas as outras árvores, é a única que nunca perde as folhas e sua cor verde, mesmo no inverno.
Diz a lenda que quem primeiro teve a idéia de montar uma árvore de Natal foi Matinho Lutero, fundador da Igreja protestante. A idéia lhe surgiu quando, numa noite, ao passar cor luma floresta de pinheiros, ficou encantado com as estrelas que brilhavam por entre os ramos. Lutero, então, cortou o pinheiro e enfiou-o com velas acesas, numa forma de mostrar o céu iluminado de onde veio Cristo para salvar o mundo. Hoje, o que predomina nas árvores de Natal são os enfeites com bolas coloridas, que significam os frutos da árvore viva que é Jesus. Já as velas, para os cristãos, representam a presença do Cristo como luz da vida.


PRESÉPIO

Dentre os símbolos originariamente cristãos, o presépio é o mais sig
nificativo deles. Desde o século 8, a igreja de Santa Maria de Maggiore, em Roma, montou em madeira a cena que representa o ambiente do nascimento de Jesus. Mas quem difundiu o culto do presépio foi São Francisco de Assis que, em 1224, na cidade de Greccio, montou o primeiro presépio vivo, preparando-o numa manjedoura comum repleta de feno, com um asno e um boi de verdade ao lado. Á noite, os habitantes da região acorreram ao local, com tochas e entoando cânticos de louvor. A partir daí, esta tradição ganhou o mundo.


MÚSICAS

Apesar de o repertório de músicas natalinas variar muito de país para país, pelo menos duas canções tornaram-se universais, Uma delas pe Jin
gle Bell, composta, ou segundo alguns, apropriada pelo bostoniano J. Pierport, em 1857. Esta é a mais festiva das canções de Natal, embora em sua letra não fale sobre o nascimento de Cristo, mas sim sobre os prazeres de andar de trenó, um dos passatempos favoritos no hemisfério norte nessa época do ano. Mais terna, porém, é Noite Feliz. Traduzida em sessenta idiomas, ela foi composta há 157 anos, na Áustria, pelo padre Joseph Mohr, em parceria com Franz Gruber.

PAPAI NOEL

Os símbolos mais marcante do Natal para as crianças talvez seja o Papai Noel. O rosado e rechonchudo velhinho, trajando roupas vermelhas, dono de uma vistosa barba branca e levando sobre os ombros um saco de brinquedos, é uma versão estilizada de São Nicolau. Diz a história que, no século 14, em Myra, na Turquia, um bispo de nome Nicolau tinha o hábito de ajudar anonimamente os necessitados. Dessa generosidade, criou-se a figura do Papai Noel. Foi na Holanda que nasceu a prática de fazê-lo presentear as crianças.

A magia da comunicação....









Havia um cego que pedia esmola numa rua qualquer da cidade.


Todos os dias, um escritor passava por ele, sempre de manhã e à noite.


Em todas as ocasiões, deixava alguns trocados no chapéu.


O cego segurava um cartaz com a seguinte frase:"CEGO DE NASCIMENTO. UMA ESMOLA, POR FAVOR."


Certa manhã, o escritor teve uma idéia:


virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu outra frase.


Ao passar de volta, perguntou ao cego como tinha sido o seu dia.


O cego, muito contente, respondeu:"Até parece mentira, mas hoje foi extraordinário!


Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa.


Afinal, o que é que você escreveu no letreiro?


"O escritor tinha escrito uma frase breve, mas que mexia com todos os que passavam ...


A frase era:"EM BREVE CHEGARÁ A PRIMAVERA E EU NÃO PODEREI VÊ-LA."


A maioria das vezes não importa o que você diz, mas como você o faz.


Por isso, tome cuidado ao falar com as pessoas!


Fale com o coração!Você será mais bem compreendido...


Esta é a magia da comunicação!
Trabalhando com os Rótulos:







































































sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Num processo de seleção da Volkswagem...











Você tem experiência?








Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta:

"Você tem experiência?"

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.

Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.








REDAÇÃO VENCEDORA:


















"Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar.

Já me queimei brincando com vela.

Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.

Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.

Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

Já passei trote por telefone.

Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.

Já roubei beijo.

Já confundi sentimentos.

Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.

Já me cortei fazendo barba apressado.

Já chorei ouvindo música no ônibus.

Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer.

Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela.

Já subi em árvore pra roubar fruta.

Já caí da escada de bunda.

Já fiz juras eternas.

Já escrevi no muro da escola.

Já chorei sentado no chão do banheiro.

Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.

Já corri pra não deixar alguém chorando.

Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.

Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.

Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios.

Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.

Já senti medo do escuro.

Já tremi de nervoso.

Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.

Já apostei em correr descalço na rua.

Já gritei de felicidade.

Já roubei rosas num enorme jardim.

já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade.

Já deitei na grama de madrugada vi a Lua virar Sol.

Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos,

e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas,

momentos fotografados pelas lentes da emoção,

guardados num baú, chamado coração.

E agora um formulário me interroga?

Encosta-me à parede e grita: "Qual sua experiência?".

Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência. Experiência...

Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?

Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!

Agora gostaria de indagar uma pequena coisa

para quem formulou esta pergunta: Experiência?

Quem a tem, se a todo o momento

tudo se renova?






terça-feira, 3 de novembro de 2009

Luís Fernando Veríssimo





Sexa







- Pai...



- Hmmmm?



- Como é o feminino de sexo?



- O quê?



- O feminino de sexo.



- Não tem.



- Sexo não tem feminino?



- Não.



- Só tem sexo masculino?



- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.



- E como é o feminino de sexo?



- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.



- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino...



- O sexo pode ser masculino ou feminino.




A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.



- Não devia ser "a sexa"?



- Não.



- Por que não?



- Porque não! Desculpe, porque não. "Sexo" é sempre masculino.



- O sexo da mulher é masculino?



- Sexo mesmo. Igual ao do homem.



- O sexo da mulher é igual ao do homem?



- É. Quer dizer... Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?



- Certo.



- São duas coisas diferentes.



- Então como é o feminino de sexo?



- É igual ao masculino.



- Mas não são diferentes?



- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.



- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.



- A palavra é masculina.



- Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino seria "o pal..."



- Chega! Vai brincar, vai...



O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:



- Temos que ficar de olho nesse guri...



- Por quê?



- Ele só pensa em gramática...




in: "Comédias para se ler na escola"

Complete as palavras..





























































































































































































As mãos das crianças fazem...




















As mãos das crianças



















são umas mãos



















muito engraçadas




















Com terra molhada



















fazem casas, jardins



















e coisas com o nome



















que nós quisermos.




















Com pedrinhas



















fazem jogos



















e convencem os caracóis



















a fazerem corridas,




















e as formigas



















a mudar de



















caminho.




















Fazem as bolas



















saltar tanto



















que o sol



















é que as manda descer



















e conseguem tanta coisa,



















tanta coisa mais...




















QUE NOME TERÁ



















A FORÇA ESCONDIDA



















NAS MÃOS



















DAS CRIANÇAS?





































Graça Vilhena

Histórias do Coelho